É, não adiantou: você foi.
Mas foi de forma inimaginada, fria, insensível, em nada parecida com essa cara que pinta pra vermos.
Lágrimas, poucas, mas sinceras...
Pensamentos, muitos, mas já quase aceitando.
Emoções, surpreendentes, mas que me trazem o vislumbre do amanhã.
Saudades, muitas; cheiro até suas e minhas roupas.
Vazio, aqui, ainda por um tempo.
Esperanças, cansei de alimentá-las em vão. Quem sabe agora...
É, tudo se foi, e foi rápido.
É a Roda! Quando ela aparece, a lição é sentar, esperar, lidar e viver... aceitando...
E que aconteça o melhor!!!!!
Espaço de ações reflexivas, autoconhecimento e demonstrações explícitas de um SER
domingo, 28 de setembro de 2008
segunda-feira, 22 de setembro de 2008
Uma lágrima de dor
Hoje me senti impotente ao ver uma lágrima sair de seus olhos em um momento seu de muita dor física. Sei que estive presente, que ajudei, mas ainda é pouco perto do que meu coração naquele momento queria fazer: tirar sua dor. É claro que não posso querer brincar de Deus, pois Ele sabe até mesmo as enfermidades que devem nos acometer para melhorarmos, por algum motivo.
Só quero que saibas que me cativas cada dia mais... e que és muito importante pra mim.
Que sua melhora seja rápida!
Só quero que saibas que me cativas cada dia mais... e que és muito importante pra mim.
Que sua melhora seja rápida!
segunda-feira, 15 de setembro de 2008
MICHAEL JACKSON AGORA É CULT

Atualmente tenho observado um "fenômeno" engraçado. Um artista consagrado nos anos 80 volta à cena de maneira jamais imaginada. Ele não vem com nova indumentária, novo cd, novas músicas, novo rosto, nada disso. Ele volta com força total, mas agora como um artista CULT.
Estou falando dele, do grande fenômeno, o artista com o maior nº de cópias vendidas de um mesmo álbum: ele mesmo, MICHAEL JACKSON.
Podem acreditar, esse cara foi e ainda continua sendo phoda. O que é bom não se deteriora com o tempo.
Aqui em São Paulo, nas baladas alternativas, festinhas, reuniões, encontros mais íntimos de galera mais intelectual, sempre tem rolado Michael Jackson, e acreditem, ele é ouvido no mesmo espaço em que os gloriosos bossa-novistas e clássicos da MPB também são. E é claro, digamos de uma vez: Michael Jackson é o artista! Digam o que quiserem sobre sua turbulenta vida, sua patológica personalidade, mas ele é o Cara no quesito fazer algo bem feito e com talento.
Ouçam e vejam Michael, é sempre bom... bom pra dançar, pra ouvir, pra ver seus bem produzidos vídeoclipes.
quarta-feira, 10 de setembro de 2008
PRA NÓS
Te amasso,
pois tem lastro.
Te carrego,
pois te quero.
Me aproximo,
te dou mimos.
Vem pra cá,
me abraçar.
Vem me amar,
e larga de teimar.
Você sabe que é confiável,
e o meu querer inviolável.
É tempo pra aprender,
que é hora de querer.
E se o tempo é quem manda,
seja respeitosa tal esperança.
pois tem lastro.
Te carrego,
pois te quero.
Me aproximo,
te dou mimos.
Vem pra cá,
me abraçar.
Vem me amar,
e larga de teimar.
Você sabe que é confiável,
e o meu querer inviolável.
É tempo pra aprender,
que é hora de querer.
E se o tempo é quem manda,
seja respeitosa tal esperança.
quarta-feira, 3 de setembro de 2008
POR AGORA
Esse dias encontro-me desanimada, até para escrever. É que parece que a vida conspira para que eu trabalhe aquela famosa coisinha que insiste em me pegar: a tal PACIÊNCIA.
Ultimamente tenho andado nas esquinas de mim mesma. Esquinas estas sem pontas; algumas com arestas. É o engraçado ultrajante da vida. É a ironia ferina querendo me fazer rir forçado. E o pior é que é pra rir mesmo, se for pra pensar na imensidão deste todo que me rodeia, desta teia divina imediatamente sem lógica, mas plenamente consciente de seu porquê. Hahahahaha! Sei que assim não tem graça, é que ainda existem desgraças (não aquela pronunciada por bocas ignorantes), aquela que traz o cinza, a opacidade dos cristais desenergizados.
Mas ´inda sim a vida segue seu rumo, num prumo próprio, às vezes meio que me levando, sem que eu perceba que é de fato o que deve acontecer. Vou lutando contra ela, achando que tais rumos me levam pra perdição. Ora, qual será né, mais perdida do que já estou...?
O bom é que aquele velho desejo está voltando com força. Pena que ele custe caro aos meus neurônios, ao meu tempo e muito à minha mente indecente que por agora deseja o que quer, mas não sabe se quer o que deseja.
Boa noite, Flávia. Vá dormir, descansar e deixar seu pescoço encaixar nessa cabeça cheia de "fumaça" que por agora te obnubila.
segunda-feira, 18 de agosto de 2008
CARMINA BURANA
Quero contar sobre um dos momentos mais emocionantes de minha vida.
Ontem pela manhã o cosmos me presenteou com Carmina Burana.
Nunca pensei que pudesse me emocionar tanto.
Lembro-me que quando mamãe saía de casa eu aproveitava para elevar o som ao último volume.
E naturalmente Carmina Burana era a música que mais ouvia. Eu ficava completamente alucinada, sentia sempre algo indizível: meu corpo se arrepiava, meu coração batia muito rápido, etc.
E ontem... ontem eu inocentemente nem imaginava o que estava por vir. Convidada por minha querida para assistirmos ao concerto ao ar livre no Ibirapuera, sentei-me sozinha no chão e fiquei à sua espera . O concerto ia começar, e eu sozinha. Então a OSESP começa.
Boom!!!! Meu corpo simplesmete explodiu ao som das primeiras notas de Carmina Burana. Meu Deus! Grande Mistério! O que era aquilo? Meus olhos se encheram de lágrimas, meu coração disparou imediatamente, e então senti tudo que era possível e impossível à minha limitada mente, ao meu palpável corpo. Todo este foi tomado em lágrimas da mais pura emoção. Eu só conseguia agradecer ao Grande Mistério por estar no planeta, por poder escutar algo tão sublime, tão divino, tão iluminado, tão perfeito! Pensei no ser humano, na grandeza que somos, no quão divinos somos...
Hoje, segunda-feira, eu ainda posso, vívidamente, sentir Carmina Burana retumbando em cada célula de meu corpo. A música simplemente não sai dos meus ouvidos.
Eu vivi ontem um daqueles momentos de abertura, com toda certeza uma das mais fantásticas experiências transpessoais que já pude em minha corrente existência sentir.
Quis o Grande Mistério que eu ficasse a apresentação inteira "sozinha", ali, sentada, como uma formiguinha, diante da grandeza daquele espetáculo, chorando quase sem parar a cada movimento daquela ópera cantata.
Obrigada Grande Mistério! Obrigada Eu Mesmo! OBRIGADA CARL ORFF!
Ontem pela manhã o cosmos me presenteou com Carmina Burana.
Nunca pensei que pudesse me emocionar tanto.
Lembro-me que quando mamãe saía de casa eu aproveitava para elevar o som ao último volume.
E naturalmente Carmina Burana era a música que mais ouvia. Eu ficava completamente alucinada, sentia sempre algo indizível: meu corpo se arrepiava, meu coração batia muito rápido, etc.
E ontem... ontem eu inocentemente nem imaginava o que estava por vir. Convidada por minha querida para assistirmos ao concerto ao ar livre no Ibirapuera, sentei-me sozinha no chão e fiquei à sua espera . O concerto ia começar, e eu sozinha. Então a OSESP começa.
Boom!!!! Meu corpo simplesmete explodiu ao som das primeiras notas de Carmina Burana. Meu Deus! Grande Mistério! O que era aquilo? Meus olhos se encheram de lágrimas, meu coração disparou imediatamente, e então senti tudo que era possível e impossível à minha limitada mente, ao meu palpável corpo. Todo este foi tomado em lágrimas da mais pura emoção. Eu só conseguia agradecer ao Grande Mistério por estar no planeta, por poder escutar algo tão sublime, tão divino, tão iluminado, tão perfeito! Pensei no ser humano, na grandeza que somos, no quão divinos somos...
Hoje, segunda-feira, eu ainda posso, vívidamente, sentir Carmina Burana retumbando em cada célula de meu corpo. A música simplemente não sai dos meus ouvidos.
Eu vivi ontem um daqueles momentos de abertura, com toda certeza uma das mais fantásticas experiências transpessoais que já pude em minha corrente existência sentir.
Quis o Grande Mistério que eu ficasse a apresentação inteira "sozinha", ali, sentada, como uma formiguinha, diante da grandeza daquele espetáculo, chorando quase sem parar a cada movimento daquela ópera cantata.
Obrigada Grande Mistério! Obrigada Eu Mesmo! OBRIGADA CARL ORFF!
sábado, 16 de agosto de 2008
LUA ECLIPSADA

Sem querer eu te vi.
E ai fiquei parada na sua beleza!
Esta mesma que sinto dentro de mim...
Dizem que é aquele escurinho, aquele feminino escondido.
Como és belo Grande Mistério!
Como me sondas Avó Lua!
Há muito não nos comunicávamos
Até que ao te olhar, a ti, te vi ecplisada.
Beleza e grandeza num só momento.
Dentro... fora de mim. Simultâneo.
Simples canção de alma, em voz masculina
Mas bem que era num tom e toque feminino.
E aí aquele escurinho foi saindo e descortinando.
Bem que eu sentia, dias atrás, esse fulgor, esse calor
Que aperta o peito... Seria angústia? Vontade de ir...?
É! Eu sentia, mas não discernia.
Então era isso!
Finalmente respondido!
O ecplipse! Lunar!
Do mar! dentro de mim, que nada, me atravessa e por vezes me arremessa um pouco mais... para perto de mim.
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