Esse ano começou assim: perdi isso; perdi aquilo; perdi a mim mesma; perdi você; perdi meus sonhos; perdi a vontade; perdi a cabeça; perdi!
Será que encontrarei o que perdi? ou será que o perdido não mais estará ou será?
Pode ser que o que perdido está, perdido continuará!
Ou pode ser que perderei mais, até não restar mais o que perder.
Essa é uma das artes da vida: perder.
Difícil! Cruel muitas vezes!Solitária!Dor silenciosa! De cura longa!
Uma hora algo há de ser achado, pois existe o outro lado da moeda.
Só não se sabe quando...
Espaço de ações reflexivas, autoconhecimento e demonstrações explícitas de um SER
segunda-feira, 24 de janeiro de 2011
sábado, 15 de janeiro de 2011
MOVIMENTO: ACORDA HOMO SAPIENS SAPIENS (1º ato)

É isso galera: Nibiru existe sim e está se aproximando da Terra. Os anunákis, habitantes de Nibiru são na verdade, nossos criadores. Somos fruto de engenharia genética desse seres enormes que estiveram em nosso planeta há mais de 4000 mil anos e que vieram brincar de deuses.
Quem quiser saber mais sobre Nibiru, ou planeta X, ou planetão (como quiserem chamar), basta perguntar a algum astrônomo ou astro-físico sobre. Mas se você não conhecer nenhum, abra os diversos sites de notícias e procure por um planeta já detectado pelos telescópios.
Nibiru é uma planeta cuja órbita por vezes some do rastro das órbitas do sistema solar. Dado que nos faz pensar erroneamente que ele não existe. Sua órbita é enorme e ele leva muitos mil anos para ser visto a olho nu por uma pessoa da Terra. Já podemos vê-lo, como um pontinho vermelho longínquo e diferente no céu.
Bem, este planeta é maior do que Júpiter que é por nós conhecido como o maior planeta do sistema solar. A cor de Nibiru é vermelha e ele é muito grande e quando se aproxima de certos planetas, sua força é tal que acaba deslocando-os de seus eixos, meio que em um movimento de inevitável atração. E é justamente isso que aconteceria caso Nibiru se aproximasse de nosso planeta.
Tanto leituras de sabedoria, esotéricas e exótericas; profecias maias; previsões indígenas quanto leituras e pesquisas científicas afirmam que um planeta até então desconhecido está se aproximando da Terra e que não colidiria com nosso planeta, mas ficaria visível a todos, como se fosse um segundo sol. A presença de tal astro bem próxima à nossa atmosfera acarretaria uma série de acontecimentos físicos de amplitude jamais vista pelo homo sapiens sapiens, tais como: movimentação insessante das placas tectônicas, o que ocasionaria constantes terremotos, maremotos, vulcanismo e outros fenômenos da natureza; deslocamento do eixo rotacional da Terra e alteração do campo magnético. Tais acontecimentos, naturalmente alterariam a existência de vida na Terra, levando a uma transformação profunda.
Já passa da hora de pararmos de olharmos para nossos umbigos e começarmos a pensar coletivamente em como faremos quando formos confrontados com a verdade que já é presente e que insistimos em não ver, ouvir, acreditar.
domingo, 24 de outubro de 2010
ESTA MÚSICA
I DON´T WANT TO FIGHT NO MORE
Essa música sempre me tocou de alguma forma, desde a 1ª vez que a ouvi, quando era abertura de uma novela que passava na extinta Rede Manchete. A melodia em si já me deixava com aquela sensação de conforto, alegria no coração, alívio, libertação de algo, de crescimento. E essa sensação era tão gostosa, que eu, nos meus menos de 16 anos, já me sentia confortável e salva ao escutá-la. Era como se, apesar de todas as intempéries da vida, ela pudesse fluir de maneira harmônica, sem nada ou ninguém para nos tirar a paz.
Hoje sei que esta música, cantada por Tina Turner, simplesmente representa em sua vida, a libertação de momentos dolorosos e tão angustiantes,daqueles em que parece que temos que chegar ao fundo do poço para vermos que a vida não é só o que no momento vivemos, e que não somos só o que achamos ser.
Assitir ao videoclipe é ver uma Tina Turner feliz, livre, sem rancor, sem remorsos, dona de si, uma mulher em sua totalidade.
Como não me canso de assitir a este! E como cada vez que o vejo sinto-me feliz! não por mim, não por ela, mas por todos, por todos nós, seres que sofremos, nos iludimos, nos sentimos derrotados e muitas vezes sem saída, mas que como guerreiros conseguem chegar ao melhor de si num gesto quase mágico de reconhecimento de si mesmo.
Essa música sempre me tocou de alguma forma, desde a 1ª vez que a ouvi, quando era abertura de uma novela que passava na extinta Rede Manchete. A melodia em si já me deixava com aquela sensação de conforto, alegria no coração, alívio, libertação de algo, de crescimento. E essa sensação era tão gostosa, que eu, nos meus menos de 16 anos, já me sentia confortável e salva ao escutá-la. Era como se, apesar de todas as intempéries da vida, ela pudesse fluir de maneira harmônica, sem nada ou ninguém para nos tirar a paz.
Hoje sei que esta música, cantada por Tina Turner, simplesmente representa em sua vida, a libertação de momentos dolorosos e tão angustiantes,daqueles em que parece que temos que chegar ao fundo do poço para vermos que a vida não é só o que no momento vivemos, e que não somos só o que achamos ser.
Assitir ao videoclipe é ver uma Tina Turner feliz, livre, sem rancor, sem remorsos, dona de si, uma mulher em sua totalidade.
Como não me canso de assitir a este! E como cada vez que o vejo sinto-me feliz! não por mim, não por ela, mas por todos, por todos nós, seres que sofremos, nos iludimos, nos sentimos derrotados e muitas vezes sem saída, mas que como guerreiros conseguem chegar ao melhor de si num gesto quase mágico de reconhecimento de si mesmo.
quinta-feira, 23 de setembro de 2010
Passeando com os pensamentos: resposta a um e-mail me perguntando sobre a existência de publicações científicas sobre as crianças índigo
Nossos tempos são muito diferentes dos de 20 anos atrás. Estamos já vivendo um novo paradigma e ainda não nos demos conta disso; principalmente a ciência. No paradigma da transdisciplinaridade, ciência e espiritualidade têm que caminhar juntas, senão quase nada será aproveitado. O paradigma materialista ainda impera, mas já está em declínio há alguns anos, e nesta década temos visto o avanço vertiginoso de assuntos espirituais e outros ditos "transcendentes" chegarem até nossos pensamentos e mentes com mais frequência.
A ciência como ainda é formatada hoje, está ainda longe de aceitar terminologias como "Crianças Índigo, Crianças Cristais, Crianças Arco-Íris ou ainda 5ª raça raiz". Isso para a ciência atual não passa de especulação e mais um assuntozinho esotérico que está em voga.
Bom, como psicóloga transpessoal, não posso deixar de reconhecer uma mudança profunda no desenvoldimento do novo ser humano, e posso dizer que se assemelha muito e pode até corroborar o que chamamos de crianças índigo.
Eu considero que todas as crianças que nascem hoje são diferenciadas. Precisaríamos não só das bonitas e proféticas falas espirituais para confirmar isso, mas também que a ciência desse o braço a torcer e visse que há algo diferente, como por exemplo essa "epidemia" de TDA e TDAH, dislexia, etc. Para mim, estas não são mais umas simples disfunções cerebrais, mas sim a manifestação de uma nova forma de funcionamento do novo ser humano evoluído que está já presente entre nós. A ciência só tem sabido atrapalhar nesse sentido, primeiro negando o que é explícito, e segundo dopando e bloqueando as potencialidades dessa geração.
Os atuais cientistas têm revolucionado suas formas de pensar e abordar os fenômenos. Este mês aconteceu aqui no Brasil o Congresso Internacional de Psicologia Transpessoal. Neste congresso estiveram presentes os grandes pensadores do planeta na atualidade e entre eles estavam físicos, químicos, biólogos, psicólogos, mestres de sabedoria, filósofos, teólogos, etc. Isto serve para provar como a ciência precisa se unir ao que nunca deveria ter se separado: a arte e a espiritualidade. Este é o caminho, o caminho do UM, o caminho holísitco. Esse é o futuro da humanidade, já agora e sempre presente.
A ciência como ainda é formatada hoje, está ainda longe de aceitar terminologias como "Crianças Índigo, Crianças Cristais, Crianças Arco-Íris ou ainda 5ª raça raiz". Isso para a ciência atual não passa de especulação e mais um assuntozinho esotérico que está em voga.
Bom, como psicóloga transpessoal, não posso deixar de reconhecer uma mudança profunda no desenvoldimento do novo ser humano, e posso dizer que se assemelha muito e pode até corroborar o que chamamos de crianças índigo.
Eu considero que todas as crianças que nascem hoje são diferenciadas. Precisaríamos não só das bonitas e proféticas falas espirituais para confirmar isso, mas também que a ciência desse o braço a torcer e visse que há algo diferente, como por exemplo essa "epidemia" de TDA e TDAH, dislexia, etc. Para mim, estas não são mais umas simples disfunções cerebrais, mas sim a manifestação de uma nova forma de funcionamento do novo ser humano evoluído que está já presente entre nós. A ciência só tem sabido atrapalhar nesse sentido, primeiro negando o que é explícito, e segundo dopando e bloqueando as potencialidades dessa geração.
Os atuais cientistas têm revolucionado suas formas de pensar e abordar os fenômenos. Este mês aconteceu aqui no Brasil o Congresso Internacional de Psicologia Transpessoal. Neste congresso estiveram presentes os grandes pensadores do planeta na atualidade e entre eles estavam físicos, químicos, biólogos, psicólogos, mestres de sabedoria, filósofos, teólogos, etc. Isto serve para provar como a ciência precisa se unir ao que nunca deveria ter se separado: a arte e a espiritualidade. Este é o caminho, o caminho do UM, o caminho holísitco. Esse é o futuro da humanidade, já agora e sempre presente.
quinta-feira, 19 de agosto de 2010
VOICELESS
Sem voz
Afônica
Calada
No silêncio
Engraçado
Da impossibilidade
De dizer
Proferir
Entoar
Encantar
Ressoar
Ecoar
Palavras
Intenções
Sons
Vocábulos
Balbucios
Gemidos
Mantras
De paz
Amor
Desejo
Serenidade
Gratidão
Afônica
Calada
No silêncio
Engraçado
Da impossibilidade
De dizer
Proferir
Entoar
Encantar
Ressoar
Ecoar
Palavras
Intenções
Sons
Vocábulos
Balbucios
Gemidos
Mantras
De paz
Amor
Desejo
Serenidade
Gratidão
terça-feira, 3 de agosto de 2010
APENAS DIVAGAÇÕES

Você , leitor, já se sentiu não pertencente a este planeta tão maravilhoso que habitamos? Pois eu sinto isso quase todos os dias, principalmente quando me perco em devaneios abismais.
Às vezes sinto a Terra tremer, girar, respirar. Você já se conectou assim com a Terra? Pois deveria. É sensacional! Sente-se paz, continência, como num acalanto realizado pela Mãe Terra.
Acredito que perdemos essas sensações há muito tempo.
Quanto tempo do seu dia você gasta olhando para o céu, de dia e à noite? Quantas vezes você se pega sentindo o contato da água que te banha, limpa e reenergiza todos os dias? E o ar, já parou hoje para sentir aquela gostosa brisa que vem sempre ao encontro de seu corpo; ou já se perguntou se o clima da cidade onde você mora é o ideal para o perfeito funcionamento estrutural e fisiológico de seu corpo?
Já parou pra pensar que você habita um planeta cheio de criaturas desconhecidas, ainda não catalogadas pela ciência e que sem a presença delas sua vida não tem o mesmo andamento?
E os seres homo sapiens sapiens que vivem e convivem com você? Já se ligou que você todos os dias, por várias horas troca informações, afetos, estímulos, olhares, fluidos, sentimentos, com seres iguais, porém completamente diferentes de você? Seres com personalidades diferenciadas e únicas, que realizam mais ou menos conexões sinápticas que você; que são capazes de pensar sobre o pensar; que realizam arte; que são capazes de se autodestruir; que tiram a vida alheia por puro querer e nada mais; que são a ponte para outras dimensões e custam acreditar que tais existam; seres que fazem da posse de um mero pedaço de papel(em montes) a justificativa para sua felicidade ou o contrário; que só se enxergam em espelhos ambulantes revestidos do mesmo envoltório e com as mesmas funções fisiológicas? Seres dicotômicos, paradoxais, unos. E aí, já pensou sobre isso?
Pois é, como seria o que chamamos de E.T. nos observando agora? O que será que pensariam de nós? Estariam por acaso dandos boas risadas de nossa incapacidade de enxergarmos a nós mesmos e vermos a jaula que nós próprios criamos todos os dias?
É! Essa é a maravilha de vida que nos é dada a cada momento. E muitos nem prestam atenção às singularidades desse fantástico exercício do viver.
Lembrem-se: não criamos ficção somente para nos entretermos. Ela existe pra nos fazer recordar de onde viemos, quem somos e o quanto ainda temos a nos reconhecer. Pensem em tudo isso!
quinta-feira, 29 de julho de 2010
UMA FÃ TÍMIDA
Há pouco tempo fui ao Sesc Pompéia assistir ao show do músico e compositor Eduardo Gudin. Mal sabia eu que vários cantores participariam do show, que também era uma gravação de dvd. Entre esses artistas estavam Fabiana Cozza e Mônica Salmaso. A Fabiana Cozza já até conversei com ela, num dia muito especial em que minha amiga Clau me presenteou de aniversário. Logo após o show fui falar com a Fabiana e ela já até sabia quem eu era: a amiga da Clau, de Minas. Bom, quanto à Mônica Salmaso eu sempre quis ir a um show dela, mas jamais conseguira por inúmeros motivos. Eis então que naquele dia nos sentamos na parte de cima do teatro e depois de várias apresentações percebo uma pessoa bem ao meu lado no banco, só que essa pessoa estava em pé e com uma certa tensão. Quando olhei e vi quem era eu nem acreditei, pois que era justamente a Mônica Salmaso, olhando o show para ver sua hora de entrar. Nossa! Eu não acreditava. Eu mostrei-a para as meninas e elas me incentivaram a falar com ela, mas não tive coragem, hehehe! e também não quis desconcentrá-la, pois ela ainda entraria no palco para cantar. Ela estava toda concentrada e observando a tudo e todos.
Bom, pelo menos pude naquele dia ouvir ao vivo sua voz maravilhosa e sentir sua presença tão próxima a mim. Em uma próxima oportunidade não perderei a vez.
Bom, pelo menos pude naquele dia ouvir ao vivo sua voz maravilhosa e sentir sua presença tão próxima a mim. Em uma próxima oportunidade não perderei a vez.
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